Mostrando postagens com marcador Bebi e gostei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bebi e gostei. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Grand Tasting 2011




Esquentando os motores, ou melhor as papilas, para a maratona de 20 produtores e mais de 200 vinhos neste evento da Grand Cru na Casa da Fazenda do Morumbi.

Amanhã conto mais pois hoje não vai dar...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O Bixiga visita o Taormina


Minha mulher Cris Oka e o Taormina ao fundo

No lançamento do II Ospitalità Italiana, conheci a Helena Morici do Taormina. Convidado pela Valkiria Iacocca para conhecer o recanto siciliano neste sábado, 6 de agosto, fui com minha mulher Cristina Oka para este encontro gastronômico.

Afonso Roperto, Helena Morici e o casal Valkiria e Angelo Iacocca

Lambi os beiços. A pasta com vôngoles e camarão estava sennnnssssaciooonaallll. Depois de dois Nero d'Avola, Canoles e Limoncellos, saímos certos de ter ganho o dia!

Curta as imagens...






sábado, 18 de setembro de 2010

Notícias andaluzes



Oba! Chegou mais um email do Alberto Platz Neute e da Monica Florina Häfeli. Não posso deixar de compartilhar com vocês:


Hoje completamos 9 dias de moto. Andamos mais de 2 mil km. Hoje estamos perto de Toledo. Fomos a muitas festas populares, pelas ruas espanholas. Igrejas, nenhuma. Botecos, muitos. Segunda de manha devolvemos a moto, sem nenhum tombinho. Hoje pegamos uma estrada de montanha, ao lado da nascente do rio Guadaquilvir, el mas largo de Espanha. Semana que vem a Monica vai poder fazer algumas comprinhas... 
Bjs a todos e aguardem pra saber as historias.  Meu bom amigo Norba me deu uma ótima noticia: o Platz foi indicado em bares pela Veja. Basta eu sair pra o melhor acontecer.

É verdade, estávamos lá na entrega dos certificados (pois a Cantina Roperto recebeu também uma indicação) e ouvimos com alegria Fernanda Torres relacionando os indicados ao melhor Lugar para ir a dois, e o Platz foi um deles! Mas cá entre nós, o lugar é bom para ir a quatro, seis ou oito...


Clique no mapa acima e tente descobrir onde o Alberto e a Monica estão agora...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Domingo de sol - O post perdido...

Eu acreditava que tinha publicado este post e só hoje percebi que estava na pasta programado para ser publicado em 14 de junho de 2011. Vai saber o que fiz...

Post escrito em 13 de junho de 2010

Depois de trabalhar que nem louco na noite dos namorados na Cantina Roperto, neste sábado à noite dia 12 de junho, fui dormir lá pelas 3 da madrugada pensando no passeio combinado para domingo com meu amigo Alberto Neute.


Acordei cedo e fui direto assistir o final das 24 horas de Le Mans. Um banho da Audi sobre a Peugeot; a alemã ficaou com os três primeiros lugares do podium e a francesa não terminou com seus carros...

Pegamos a moto, eu e a Cris, e fomos nos encontrar com o Alberto e a Monica no posto BR da Rodovia dos Trabalhadores. De lá partimos para o Mirante do Paraiba em Guararema.

O lugar é realmente muito interessante: o deck, a cozinha, a musica ambiente...



... e a comida, bem a comida ficou devendo um pouquinho. Nós pedimos Bacalhau ao Forno, prato bem tradicional e convidativo para um domingo frio. Tempo estimado pelo restaurante para o preparo: 45 minutos, documentado. Explico melhor: no cardápio além do preço consta o tempo de preparo dos pratos. Pensei em pedir uma tainha na telha que apontava 45 minutos de preparo mas o garção comunicou que demoraria uma hora e meia! Razão: ele explicou que o peixe se encontrava congelado então... Mudamos para o bacalhau e após a confirmação do pedido recebemos uma comanda onde indicava o horário do pedido e a previsão de serviço. Passados 10 minutos do prazo, indagamos ao garção, por brincadeira até, pois estavamos nos divertindo com um bom papo. O simpático atendente aconselhou mais cinco minutinhos pois o mesmo ainda faltava um pouco de cozimento. Servido o belo bacalhau, verificamos que realmente devia ficar mais um tempo ao fogo.

Não estava ruim, só meio sem graça. Eles usaram aquele bacalhau congelado e dessalgado que carece daquele "espírito luzitano" que lasca ao ser pressionado. Continuo adepto ao velho e bom "Gadus Morhua" seco.

Acompanhando nosso "vacalhau", duas corretas garrafas de "binho" e um bom papo. Marcamos de passar o ano novo juntos na Argentina fazendo uma bela viagem de moto. Alberto e Monica estarão na Espanha em setembro e logo que chegarem começaremos os preparativos. Aguardem!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Encontros casuais



Numa noite fria neste início de agosto, fui com a Cris Oka, minha mulher, conhecer o novo restaurante do Chef Ingles Rick e da Ana: The bristol Tavern na Vila Pompéia - São Paulo. Nós já conhecemos o casal de outro restaurante que mantém no mesmo bairro, o Pie in the Sky, especializado em tortas típicas do Reino Unido. Não preciso dizer que a comida é sensacional. O Rick é daqueles chefs que produzem tudo que utiliza em seus pratos, os embutidos, o pão, o relish, etc. Como trabalhou com carnes na sua terra natal, Rick compra as peças e prepara com cortes diferenciados de carnes não muito comuns em nossos açougues. Outra atração são as sobremesas, nós optamos por experimentar uma taça de frutas vermelhas envolvidas numa delicada gelatina de vodka!

Mas a surpresa não parou por aí. Não sabíamos, mas na mesa ao lado se encontravam alguns casais animados e entre eles um amigo meu de infância. José Luis Miranda estudou comigo no Colégio Pio XII, na Bela Vista - São Paulo, quando tinhamos 5 anos e fazíamos o Jardim de Infancia. Nossa amizade perdurou até 9 ou 10 anos quando ele mudou de escola. Chegamos ainda a nos encontrar na adolescência e depois perdemos contato. Foi muito bom rever este colega e num email trocado depois, ele me mandou um "santinho" que lhe dei como lembrança da nossa primeira comunhão! Eu nem lembrava mais disso...

sábado, 17 de julho de 2010

City Tour Ouro Preto - 3



Antesde continuar o tour, o guia nos indicou um restaurante de comida típica chamado Acaso 85. Seu argumento: lugar bonito e comida barata. A fachada não era assim exatamente o que podemos chamar de "um lugar bonito", ainda mais que na porta um anuncio indicava comida por kilo. E o nome? Acaso 85? Será que quando almoçasse lá o nome seria atualizado para Acaso 86? Seria eu mais um a cair por "acaso"?

Queimei a lingua! Dentro desta fachada o lugar é muito bonito e bem decorado. O imóvel tem um desnivel de cerca de 6 andares e você desce uma escadaria de pedra para chegar ao salão.





E a comida? Dê uma olhadinha:



Vou contar o que foi degustado. Como jé está se tornando costume, uma cachaça de primeira (oferta da casa) e para acompanhar pego um Pastel de Angú e uma mandioca frita. Só uminha para não sair muito do meu regime de baixo colesterol. Para continuar, pedimos uma taça de vinho tinto (Casa Valduga) e experimento a Galinha ao Molho Pardo, a Costelinha com Canjiquinha, Feijão Tropeiro, Tutu de Feijão e arroz branco. Só um pouquinho de cada para ver se é bom...


... é muito bom! E mais uma vez tomo um susto quando chega a conta: foi muito mais barato do que esperava. O gasto do casal ficou em R$ 54,00. Recomendadíssimo.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

É canja, é canja, é canja de galinha



A temperatura caiu. Uma garoa fina toma conta do entardecer e, cansados de caminhar pelas ladeiras de Ouro Preto, voltamos para o hotel. Um banho quente, uma olhada nos e-Mails, e descemos para o restaurante, que fica numa espécie de porão, paredes de pedras e iluminação de velas. O tinto caiu bem acompanhado de uma caseira canjinha de galinha. Um pouco de internet, uma TV para dormir mais rápido e até amanhã que o dia vai ser cheio.

Sopa de Pedra Mineira



Só caio na real de que já estou em Ouro Preto quando olho pela janela do meu quarto. Foi tudo tão rápido! Acorda, escova os dentes, toma banho, pega a mala, Juju deixa a gente no aeroporto, check-in, embarca, começo a ler e já desembarca, pega o carro e pé na estrada. serão cerca de 120 km até a antiga Vila Rica.

O Fiat Palio Weekend 1,4 ano 2010 apresenta um pouco mais de 5000 km rodados, mas logo percebo barulhos na suspensão dianteira que me faz acreditar estar num carro com 105.000 ou 205.000 km de uso.

Agora me lembrando deste detalhe no conforto do meu quarto no Luxor Hotel, centro histórico, entendo o porque de tamanha percussão na suspensão da coitada da Weekend: as estradas federais que peguei são simplesmente horríveis. O asfalto da BR 040 e da BR356 estão pior que estrada de terra. O carro vai pulando e vibrando seja qual for a velocidade. Sem contar que tem somente uma pista, acostamento temeroso, enormes sonorizadores entre os sentidos e, o pior, os motoristas lentos e de pesados caminhões não facilitam a ultrapassagem de jeito nenhum... Como estou passeando, aproveito a velocidade baixa para apreciar a paisagem e deixo o trabalho duro para o fiatizinho que socoleja reclamando, clanck, plank, tum-tum-tum...

Antes que meu corpo apresentasse algum sintoma de cansaço ou fome já estamos em Ouro Preto. Saco uma foto da janela do quarto e vamos caminhar para o local indicado para o almoço: Bené da Flauta.


O sobrado histórico foi transformado num simpático restaurante, depois de restaurado o imóvel e decorado com muito bom gosto. A primeira impressão foi positiva (apesar de estar tocando um baião arretado que em nada combina com a casa nem com a cidade mineira). O Bené da Flauta está representado no quadro ao fundo do salão, com seu uniforme de banda. Ao contrário do clima frio de São Paulo, aqui o sol está quente e firme; nada indicado para um bom tinto. Escolhemos chopp artesanal (Falke Bier) e uma cachaça da terra para quebrar o gelo.


Acertamos na mosca! A cachaça era límpida e transparente. Há tempos tenho preferido a branca para acompanhar antepastos e introduzir refeições, deixando a envelhecida para fazer companhia aos hoje raros charutos após o pasto. A madeira amacia a bebida mas esconde alguns defeitos, na minha opinião. A cachaça branca tem que ser boa mesmo para agradar, descer macio, apimentar o paladar sem agredir a boca e estragar a sensibilidade. A de hoje tinha aquele aroma e sabor de campo, lembrava a cana sem ser doce nem ácida. Uma autêntica mineira de qualidade.

O Chopp completou a dupla. Antes de sorver o primeiro gole, aspirei sobre o copo e senti todo o perfume do lúpulo que aliado ao frescor da bebida e ao gás ainda sendo liberado pela espuma cremosa, lembrava de longe o aroma "tutti-frutti".


O honesto e saudável couvert do Bené: tomates, abobrinhas, pimentões e beringelas, todos assados, bem temperados e regados com azeite. Com o pão caseiro, delícia!


A Cris, talvez subliminarmente influenciada pela musica ambiente, escolheu uma deliciosa carne seca acompanhada de purê de abóbora (moranga), arroz de alho (um pouco over e deixado de lado por nós) e couve frita (crocante). Só mesmo experimentando para entender que incrível combinação de texturas e sabor quando colocadas juntas (purê, carne seca e couve) na mesma bocada. O purê foi o melhor que já comi; não era gorduroso nem enjoativo, não era adocicado nem temperado em excesso. Tenho vontade de voltar no Bené e pedir esse prato.


Eu pedi uma coisa típica mineira para entrar no clima do lugar, e mesmo sem ser fã de quiabo, pedi uma galinha ensopada com quiabo "al dente", arroz branco e angú. O prato é servido numa panela de pedra, que manteve bem quente o molhinho (que a toda hora eu regava o angú e arroz). Recomendo. Passei a gostar mais de quiabo depois desse prato. Por isso que sempre arrisco uma novidade nos meus pedidos e sempre, sempre mesmo, sem modificar ou retirar alguma coisa da receita só por que penso não gostar de algum item. 

Durante muito tempo acreditei não gostar do sabor metálico das alcaparras. Seguindo meu princípio, não pedia para tirar as mesmas quando ordenava um Carpaccio, uma Caponata ou uma pasta alla Putanesca. Hoje as alcaparras fazem parte do meu universo gastronômico! É isso aí.

Para completar o almoço à mineira, queijo meia-cura e doce de goiaba acompanhado daquele expresso amargo, do jeito que nós gostamos. Solicitei a conta e levei um susto: foi muito mais barato do que eu imaginava! Fiquei freguês com certeza.

Uma caminhada para gastar as energias acumuladas e depois conto mais.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Frio, muito frio...



Foi duro acordar terça-feira passada. No dia anterior depois do trabalho fui com amigos de infância andar de autorama na pista de interlagos antiga (veja post clicando aqui) em Caucaia do Alto - Cotia - SP. Depois uma "bella pizza" acompanhada por um tinto italiano, pois a temperatura estava baixando bastante... No dia seguinte acordo às 5 da matina e pego a Raposo Tavares para trabalhar no Bixiga. Reparei no termômetro do carro que marcava 6 graus. Liguei o aquecedor e aproveitei para fotografar com o celular o painel, que com o calor do motor, subiu o termômetro para 7 graus. Brrrr que frio gostoso....

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Vale dos Vinhedos - Vindima 2010

Este ano realmente o clima castigou o país. Enchentes, desmoronamentos, cidades ilhadas e submersas, patrimônio cultural e histórico perdidos e, como não podia deixar de ser, safra prejudicada no sul do Brasil.

A perseverança do homem em suplantar os problemas climáticos é louvável e confesso emocionado com as palavras de meu amigo Ademir Brandelli dos vinhos Don Laurindo. Leia a newsletter e tire suas conclusões:

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Festival de Ostras no Felix Bistrot




Quando a Cris me convidou para jantarmos no Felix Bistrot e experimentar o festival de ostras do Chef Alain Uzan, me lembrei do Sr. Manoel que colocou no cardápio de seu restaurante Amada Terrinha uma sugestão em letras garrafais OSTRAS CROCANTES. Ao descobrir que somente o recheio era comestível não se deu por vencido e acrescentou à sugestão OSTRAS CROCANTES TENRINHAS!

Voltemos ao restaurante francês. A gente merecia um jantar a dois tranquilo pois este mês é só correria e trabalho, portanto aceitei o convite na hora e lá fomos para o agradável bistrot na Granja Viana - Cotia - SP. Para a entrada eu escolhi Ostras a Provençal (abaixo) e a Cris, Ostras com Alho Porró e Champagne (acima). Ambos muito bem elaborados. Para acompanhar um Prosseco Speroni Brut que caiu muito bem.



Para o prato principal, já acompanhado pelo fresco e frutado Rosé d'Anjou, Salmão em crosta de castanha do Pará com purê de mandioquinha para minha mulher e Paillard de frango ao molho de champignon com fettuccine na manteiga e ervas para este cavalheiro que vos escreve.





Sobre a qualidade e sabor dos pratos servidos, já era esperado, estavam ótimos. O destaque que me chamou a atenção é sobre a quantidade. Se você também torce o nariz ao sentar em restaurantes franceses que servem porções tão pequenas que até modelos anoréxicas limpam o prato, saibam que o Chef Alain se abrasileirou (ou italianou) pois as porções do seu Bistrot são fartas e você vai sair muito satisfeito.

O serviço é elegante mais sem afetação. Gosto de trocar idéias com o garção sobre a comida e os vinhos, e conhecer detalhes de quanto tempo trabalha na casa ou onde já trabalhou. Para mim, isso faz parte do jantar.

Um Creme Brulée acompanhado por café amargo Bravo e voltamos para casa sorridentes e alegres. Hic!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Coquetel de lançamento da parceria ICIF - AIS

Quarta-feira dia 25 de novembro, 19 horas, ameaça de tempestade, junto com a Cris pego a Rodovia Raposo Tavares pensando que não chegaremos a tempo para nosso compromisso no Jockey Club que inicia às 20 horas. Por incrível que pareça, levo somente 35 minutos para chegar da Granja Vianna até a entrada da Casa Cor Trio. Temos tempo então para visitar alguns expositores antes de nos dirigirmos para o Restaurante Badebec, local do evento. Surpresa! Encontramos outra velha amiga cotiana e responsável pelos melhores rótulos nacionais da minha carta de vinhos na Cantina Roperto: a Inês, representante entre outros dos vinhos Don Laurindo dos nossos amigos Ademir, Magda e toda família Brandelli.


Inês, eu e a Cris


A conversa estava boa mas já chagava a hora do coquetel e nos dirigimos para o Badebec. Logo na entrada já encontramos aquela coisinha fofa (tchuk tchuk como diria Marcelo Tass) da Paola Tedeschi. Sempre muito simpática, nos apresentou à italianíssima Betty Gorla da vinícola Vita, responsável pelos vinhos da Puglia que degustaremos em primeira mão.


Cris Oka, eu, Betty e Paola.

Em seguida fomos apresentados ao Sommelier Lorenzo Giuliani da AIS (Associazione Italiana Sommeliers) e ao Singnore Gianni Lercara, Sommelier Campeão 1989 e considerado um dos melhores da Itália.


Gianni Lercara, Lorenzo Giuliani, euzinho, Mauro e Andréa Bertoli.


Antes da apresentação da parceria ICIF (Italian Culinary Institute for Foreigners) e AIS (Associazione Italiana Sommeliers), Paola nos convidou a degustar os aromáticos, frutados e jovens vinhos da Puglia, pouco conhecidos entre nós e confesso que nunca havia experimentado algo semelhante; acabei me impressionando pelo novo e ligeiramente exótico. Lascas de Grana Padano e um delicado Penne para acompanhar. E ouvimos as perspectivas positivas dessa parceria. Estou pensando seriamente em me reciclar fazendo um curso (ou dois) no Castello di Costigliolle d'Asti no ano que vem...



Finalizando, alguns docinhos acompanhados de Moscato d'Asti e vamos para as despedidas: Luiza Estima e Gisela Tognella da Estimacom & Tognella (minhas colegas sommelieres), Leandro Nalini, Regiane Rodrigues, Mauro Holanda, Derivan, e todos que compuseram este evento tão agradável para mim!

 
Este que voz bloga acompanhado pelo barman campeão brasileiro Derivan Ferreira de Souza e pelo maior fotógrafo do ramo enogastronômico no Brasil Mauro Holanda, que tenho a honra de ser amigo há mais de 30 anos!




Este que voz bloga (novamente), Paola Tedesch, Betty Gorla, Leandro Nalini (colega blogueiro) e Regiane Rodrigues.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Êta vida agitada!




Só agora, dia 24 de novembro às 18:21 hs, é que consegui ver minha caixa postal! E um dos emails era do Fernando da Mistral me convidando para uma degustação com a presença epecial de Fernando Buscema, enólogo da premiada bodega Catena Zapata. O evento aconteceu às 16:00 hs ;-(((((

Eu conheci a bodega há dois anos atrás onde tive a oportunidade de fazer uma degustação vertical do fabuloso DV Catena, mas se eu continuar faltando nos eventos da Mistral o Fernando vai parar de convidar. Aí vai ser problema...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Caucaia do Alto - 20 anos




Há mais de 20 anos atrás eu e a Cris fomos morar em Caucaia do Alto - Cotia - SP. Não preciso falar que foram os 20 anos mais bem vividos dos 52 atuais. Aprendemos as coisas da terra e fizemos muitas amizades que perduram até hoje. Foi aqui que tive minha terceira filha, aprendi a cozinhar comida japonesa e a viver sem pressa. Por isso que depois de um dia que começou com um congestionamento de 2:30 hs para chegar em São Paulo, aborrecimentos diários no trabalho (com uma precisão cirúrgica e freqüência homeopática) e calor dakariano, me encontro na casa do Vasconcelos para uma comidinha com amigos.



O anfitrião tem uma queda por Maverick e fui escondidinho revelar sua paixão.





Reparem neste detalhe: o Maverick no coberto e com pijaminha para não pegar poeira e o Land Rover e o Toyota no tempo. Ehehehe.



O outro veículo me deu saudades do Verde 4. Esta trilha é nossa velha conhecida, margeia a Reserva Florestal do Morro Grande e muitas aventuras passamos ali.